A experiência nem sempre nos protege de incorrer em erros que vêm sendo cometidos há décadas em todo o mundo. Os seis mais significativos aqui ilustrados são baseados em pesquisas em empresas públicas e particulares.
1. Não entender que a capacidade humana é o recurso mais importante da empresa.
Cada indivíduo é motivado por estímulos diferentes e cabe ao responsável pelos profissionais da empresa entender estas necessidades e respeitá-las. Estimular cada profissional e assumir papéis de liderança dentro da sua área de atuação é vital para o sucesso da estratégia de uma empresa tanto na Velha Economia como na Nova. A lucratividade certamente é importante, mas é uma conseqüência do trato da empresa com os funcionários.
2. Prestar atenção aos problemas e perder os objetivos de vista.
Às vezes, o caminho até nossos objetivos é turbulento e repleto de contratempos. Contudo, se nos concentrarmos apenas em solucionar os problemas que surgem, criando táticas mirabolantes, perderemos o referencial de onde queremos chegar e resolveremos desafios sem propósito algum. Problemas só têm alguma importância dentro do caminho para a consecução de uma determinada meta.
3. Não atualizar-se.
A empresa que valoriza a geração e a captação de conhecimentos, terá uma vantagem comparativa inquestionável no mercado com o valor agregado pela formação constante de seus profissionais. Atualizar-se também não significa seguir modismos passageiros apenas para dizer-se em dia com as tendências.
4. Não gerenciar bem o tempo.
Qualquer pessoa deve saber a importância das 24 horas do seu dia. Desperdiçar o tempo significa adiar uma oportunidade profissional ou pessoal. Poucas horas de sono, falta de planejamento e de prazos finais, postergar tarefas por não delegá-las, perfeccionismo excessivo, falta de organização em casa e no ambiente de trabalho estão entre os principais responsáveis pelo mau rendimento das nossas horas de trabalho e de lazer.
5. Ser um amigo e não um chefe.
Todo chefe deve saber que as pessoas só empregarão sua capacidade produtiva a seu favor se ele conseguir motivá-las a fazê-lo. Muitos chefes não se adaptam bem a esta técnica porque têm dificuldade de servir como exemplo para todos os níveis da organização e acabam criando um ambiente improdutivo em determinados setores.
6. Não assumir seus erros e não reconhecer a competência alheia.
Um erro geralmente associado à maioria dos chefes. Uma pessoa geralmente erra por negligência, imprudência ou imperícia. Todos os erros devem ser criticamente avaliados, pois em longo prazo podem nos trazer uma vantagem competitiva.
Ninguém está imune a cometer erros por mais experiente que seja. Somos constantemente submetidos a situações novas nas quais nossa experiência não pode fazer muito por nós além de justificar nossas decisões (tenham sido elas acertadas ou não). Reconhecer a competência alheia serve para motivar os profissionais a perseguir resultados.
Um grande abraço,
Marcio Eduardo Sampaio
1. Não entender que a capacidade humana é o recurso mais importante da empresa.
Cada indivíduo é motivado por estímulos diferentes e cabe ao responsável pelos profissionais da empresa entender estas necessidades e respeitá-las. Estimular cada profissional e assumir papéis de liderança dentro da sua área de atuação é vital para o sucesso da estratégia de uma empresa tanto na Velha Economia como na Nova. A lucratividade certamente é importante, mas é uma conseqüência do trato da empresa com os funcionários.
2. Prestar atenção aos problemas e perder os objetivos de vista.
Às vezes, o caminho até nossos objetivos é turbulento e repleto de contratempos. Contudo, se nos concentrarmos apenas em solucionar os problemas que surgem, criando táticas mirabolantes, perderemos o referencial de onde queremos chegar e resolveremos desafios sem propósito algum. Problemas só têm alguma importância dentro do caminho para a consecução de uma determinada meta.
3. Não atualizar-se.
A empresa que valoriza a geração e a captação de conhecimentos, terá uma vantagem comparativa inquestionável no mercado com o valor agregado pela formação constante de seus profissionais. Atualizar-se também não significa seguir modismos passageiros apenas para dizer-se em dia com as tendências.
4. Não gerenciar bem o tempo.
Qualquer pessoa deve saber a importância das 24 horas do seu dia. Desperdiçar o tempo significa adiar uma oportunidade profissional ou pessoal. Poucas horas de sono, falta de planejamento e de prazos finais, postergar tarefas por não delegá-las, perfeccionismo excessivo, falta de organização em casa e no ambiente de trabalho estão entre os principais responsáveis pelo mau rendimento das nossas horas de trabalho e de lazer.
5. Ser um amigo e não um chefe.
Todo chefe deve saber que as pessoas só empregarão sua capacidade produtiva a seu favor se ele conseguir motivá-las a fazê-lo. Muitos chefes não se adaptam bem a esta técnica porque têm dificuldade de servir como exemplo para todos os níveis da organização e acabam criando um ambiente improdutivo em determinados setores.
6. Não assumir seus erros e não reconhecer a competência alheia.
Um erro geralmente associado à maioria dos chefes. Uma pessoa geralmente erra por negligência, imprudência ou imperícia. Todos os erros devem ser criticamente avaliados, pois em longo prazo podem nos trazer uma vantagem competitiva.
Ninguém está imune a cometer erros por mais experiente que seja. Somos constantemente submetidos a situações novas nas quais nossa experiência não pode fazer muito por nós além de justificar nossas decisões (tenham sido elas acertadas ou não). Reconhecer a competência alheia serve para motivar os profissionais a perseguir resultados.
Um grande abraço,
Marcio Eduardo Sampaio

4 comentários:
Olá Marcio!
Parabéns pelo texto, perfeito e sob medida para qualquer empresário! Aproveito para deixar a minha contribuição. É muito comum observarmos desvios nos aspectos listados por você, principalmente quando você fala sobre "perder os objetivos de vista". O dia a dia da giestão de uma empresa não é nada fácil, mas é de fundamental importância que o empreendedor saiba distinguir o que ele deve e o que ele não deve fazer. O empresário precisa ser o engenheiro, não o bombeiro do negócio. E isso é algo que faz toda a diferença do mundo para a sobrevivência do empreendimento no longo prazo.
Forte abraço,
Saulo Maciel
www.saulomaciel.com.br
Olá Marcio,
Adorei os seis erros com esse texto você nos dixa atualizado.
Não devemos esquecer que não nascemos com experiências, adquirimos ao longo do tempo, quando você diz que o individuo é estimulado, mas se a pessoa não tiver um esperíto de liderança não adianta ser estimulador por ninguém. principalmente quando não esta satisfeito com a organização.
Parabéns.
Olá Marcio,
Adorei os seis erros com esse texto você nos dixa atualizado.
Não devemos esquecer que não nascemos com experiências, adquirimos ao longo do tempo, quando você diz que o individuo é estimulado, mas se a pessoa não tiver um esperíto de liderança não adianta ser estimulador por ninguém. principalmente quando não esta satisfeito com a organização.
Parabéns.
Bela matéria :)
Equipe Gerentes.com.br
www.gerentes.com.br
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