27/06/08

Administração do Tempo com a Metodologia Tríade e o PLANEJADOR VOCÊ S/A

A Você S/A e a Tríade do Tempo dão um livro eletrônico de presente para você ser mais produtivo.

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Um abraço,

Marcio Eduardo.

27/04/08

Planejamento Estratégico: O que é e como elaborar um.


Método pelo qual a empresa define a mobilização de seus recursos para alcançar os objetivos propostos. É um planejamento global a curto, médio e longo prazo.

Estratégia


É a mobilização de todos os recursos da empresa no âmbito global visando atingir objetivos definidos previamente. É uma metodologia gerencial que permite estabelecer o caminho a ser seguido pela empresa, visando elevar o grau de interações com os ambientes interno e externo.

O planejamento estratégico procura responder a questões básicas, como:

- Por que a organização existe?
- O que e como ela faz?
- Onde ela quer chegar?


Dele resulta um plano estratégico, ou seja, conjunto flexível de informações consolidadas, que serve de referência e guia para a ação organizacional. Pode ser considerado como uma bússola para os membros de uma determinada organização.

A elaboração do Planejamento Estratégico

1. Formulação dos objetivos organizacionais

A empresa define os objetivos globais que pretende alcançar em longo prazo e estabelece a ordem de importância e prioridade em uma hierarquia de objetivos.

2. Análise interna das forças e limitações da empresa

A seguir, faz-se uma análise das condições internas da empresa para permitir uma avaliação dos principais pontos fortes e dos pontos fracos que a organização possui. Os pontos fortes constituem as forças propulsoras da organização que facilitam o alcance dos objetivos organizacionais - e devem ser reforçados, enquanto os pontos fracos constituem as limitações e forças restritivas que dificultam ou impedem o seu alcance - e que devem ser superados. Essa análise interna envolve:

Análise dos recursos (recursos financeiros, máquinas, equipamentos, matérias-primas, recursos humanos, tecnologia etc.) de que a empresa dispõe para as suas operações atuais ou futuras.

Análise da estrutura organizacional da empresa, seus aspectos positivos e negativos, divisão de trabalho entre departamentos e unidades e como os objetivos organizacionais foram distribuídos em objetivos departamentais.
Avaliação do desempenho da empresa, em termos de lucratividade, produção, produtividade, inovação, crescimento e desenvolvimento dos negócios.

3. Análise externa

Trata-se de uma análise do ambiente externo à empresa, ou seja, das condições externas que rodeiam a empresa e que lhe impõem desafios e oportunidades. A análise externa envolve:

Mercados abrangidos pela empresa, características atuais e tendências futuras, oportunidades e perspectivas.

Concorrência ou competição, isto é, empresas que atuam no mercado, disputando os mesmos clientes, consumidores ou recursos.

A conjuntura econômica, tendências políticas, sociais, culturais, legais etc., que afetam a sociedade e todas as demais empresas.

4. Formulação das Alternativas Estratégicas

Nesta quarta fase do planejamento estratégico formulam-se as alternativas que a organização pode adotar para alcançar os objetivos organizacionais pretendidos, tendo em vista as condições internas e externas. As alternativas estratégicas constituem os cursos de ação futura que a organização pode adotar para atingir seus objetivos globais.

De um modo genérico, o planejamento estratégico da organização refere-se ao produto (bens que a organização produz ou serviços que presta) ou ao mercado (onde a organização coloca seus produtos ou bens ou onde presta seus serviços).

O planejamento estratégico deve comportar decisões sobre o futuro da organização, como:

- Objetivos organizacionais a longo prazo e seu desdobramento em objetivos departamentais detalhados.

- As atividades escolhidas, isto é, os produtos (bens ou serviços) que a organização pretende produzir.

- O mercado visado pela organização, ou seja, os consumidores ou clientes que ela pretende abranger com seus produtos.

- Os lucros esperados para cada uma de suas atividades.

- Alternativas estratégicas quanto às suas atividades (manter o produto atual, maior penetração no mercado atual, desenvolver novos mercados).

- Interação vertical em direção aos fornecedores de recursos ou integração horizontal em direção aos consumidores ou clientes.

- Novos investimentos em recursos (materiais, financeiros, máquinas e equipamentos, recursos humanos, tecnologia etc.) para inovação (mudanças) ou para crescimento (expansão).

Um grande abraço,

Marcio Eduardo Sampaio

Os seis erros mais comuns no mundo empresarial


A experiência nem sempre nos protege de incorrer em erros que vêm sendo cometidos há décadas em todo o mundo. Os seis mais significativos aqui ilustrados são baseados em pesquisas em empresas públicas e particulares.

1. Não entender que a capacidade humana é o recurso mais importante da empresa.

Cada indivíduo é motivado por estímulos diferentes e cabe ao responsável pelos profissionais da empresa entender estas necessidades e respeitá-las. Estimular cada profissional e assumir papéis de liderança dentro da sua área de atuação é vital para o sucesso da estratégia de uma empresa tanto na Velha Economia como na Nova. A lucratividade certamente é importante, mas é uma conseqüência do trato da empresa com os funcionários.

2. Prestar atenção aos problemas e perder os objetivos de vista.

Às vezes, o caminho até nossos objetivos é turbulento e repleto de contratempos. Contudo, se nos concentrarmos apenas em solucionar os problemas que surgem, criando táticas mirabolantes, perderemos o referencial de onde queremos chegar e resolveremos desafios sem propósito algum. Problemas só têm alguma importância dentro do caminho para a consecução de uma determinada meta.

3. Não atualizar-se.

A empresa que valoriza a geração e a captação de conhecimentos, terá uma vantagem comparativa inquestionável no mercado com o valor agregado pela formação constante de seus profissionais. Atualizar-se também não significa seguir modismos passageiros apenas para dizer-se em dia com as tendências.

4. Não gerenciar bem o tempo.

Qualquer pessoa deve saber a importância das 24 horas do seu dia. Desperdiçar o tempo significa adiar uma oportunidade profissional ou pessoal. Poucas horas de sono, falta de planejamento e de prazos finais, postergar tarefas por não delegá-las, perfeccionismo excessivo, falta de organização em casa e no ambiente de trabalho estão entre os principais responsáveis pelo mau rendimento das nossas horas de trabalho e de lazer.

5. Ser um amigo e não um chefe.

Todo chefe deve saber que as pessoas só empregarão sua capacidade produtiva a seu favor se ele conseguir motivá-las a fazê-lo. Muitos chefes não se adaptam bem a esta técnica porque têm dificuldade de servir como exemplo para todos os níveis da organização e acabam criando um ambiente improdutivo em determinados setores.

6. Não assumir seus erros e não reconhecer a competência alheia.

Um erro geralmente associado à maioria dos chefes. Uma pessoa geralmente erra por negligência, imprudência ou imperícia. Todos os erros devem ser criticamente avaliados, pois em longo prazo podem nos trazer uma vantagem competitiva.

Ninguém está imune a cometer erros por mais experiente que seja. Somos constantemente submetidos a situações novas nas quais nossa experiência não pode fazer muito por nós além de justificar nossas decisões (tenham sido elas acertadas ou não). Reconhecer a competência alheia serve para motivar os profissionais a perseguir resultados.

Um grande abraço,

Marcio Eduardo Sampaio

21 Qualidades Indispensáveis de um Líder




1. Atitude positiva – Crer é poder.

2. Autodisciplina – A primeira pessoa que você lidera é a si próprio.

3. Caráter – Talento é um dom, caráter é uma escolha.

4. Carisma – A primeira impressão pode selar o acordo.

5. Competência – Se você a construir, sua equipe o seguirá.

6. Comprometimento – Distingue os empreendedores dos sonhadores.

7. Comunicação – Sua equipe não o seguirá se não souber o que você deseja ou para onde vai.

8. Coragem – Inspira o comprometimento da equipe.

9. Discernimento – Líderes inteligentes acreditam apenas em metade do que ouvem. Líderes perspicazes sabem em que metade devem acreditar.

10. Educabilidade – Para continuar a liderar, aprenda continuamente.

11. Foco – Quanto mais exato, mais perspicaz você será.

12. Generosidade – Doar é a coisa mais importante na vida.

13. Iniciativa – Dentre todas as coisas que um líder deve temer, a complacência deve encabeçar a lista.

14. Ouvir – Um bom líder encoraja seus seguidores a lhe dizer o que precisa saber, e não o que deseja ouvir.

15. Paixão – Quando um líder age com paixão, geralmente a recebe como resposta.

16. Relacionamentos – Se você se relacionar bem com as pessoas, elas se relacionarão bem com você.

17. Responsabilidade – Se não tomar as rédeas, você não conseguirá liderar a equipe.

18. Segurança – A competência nunca elimina a insegurança.

19. Ser prestativo – Para estar na frente, coloque os outros em primeiro lugar.

20. Solução de problemas – Não permita que os obstáculos sejam um problema.

21. Visão – Você só toca aquilo que vê.

Quais características você se propõe a melhorar a partir de agora?

Do livro As 21 Indispensáveis Qualidades de um Líder de John Maxwell







Um grande abraço,

Marcio Eduardo Sampaio



21/04/08

Conheça o DNA da sua empresa e saiba como agir para evoluir na carreira.

Conhecer o DNA da sua empresa ajudará você a produzir mais e evoluir na carreira



DNAs NÃO SAUDÁVEIS

EMPRESA PASSIVO-AGRESSIVA

Implementar mudanças é quase impossível numa empresa desse tipo. Há muita resistência nos bastidores, o que sufoca iniciativas criativas ou da alta direção. Esse é o perfil da maioria das empresas.

COMO AGIR: Seja radical e implante um plano de ação em que as ordens sejam executadas e os resultados perdurem. Contrate novas pessoas, faça a informação chegar a todos, estabeleça metas e use o feedback como ferramenta de trabalho.

EMPRESA ENÉRGICO-DISPERSIVA

Há pessoas criativas e empreendedoras de sobra nesse tipo de companhia. Mas falta orientação forte da liderança e valores comuns entre os profissionais. Isso pode levar à perda de controle e à não-concretização das boas idéias.

COMO AGIR: Os executivos têm de decidir em vez de dirigir. Desenvolva um modelo operacional igual para todos. As responsabilidades devem ficar bem claras. Recompense os esforços das equipes.

EMPRESA SUPERDIMENSIONADA

Esse tipo de companhia cresceu muito além de seu modelo organizacional original, mas o poder ainda continua centralizado. A empresa é lenta porque as idéias não ascendem ao topo da hierarquia.

COMO AGIR: Incentive sempre o espírito empreendedor, estimule a liderança e descentralize o poder.

EMPRESA SUPERGERENCIADA

O excesso de camadas de gerenciamento só atrapalha. Os gerentes perdem seu precioso tempo controlando pessoas em vez de buscar novas oportunidades e soluções para o negócio da empresa.

COMO AGIR: Não defina a estrutura organizacional com base somente em cargos. Leve em conta as responsabilidades de cada um. Você deve ser explícito ao delegar o direito de decisão.

DNAs SAUDÁVEIS

EMPRESA JUST-IN-TIME

Esse perfil tem habilidade para implementar mudanças, mesmo não tendo se preparado com antecedência. Inspira criatividade e as atitudes confi antes contagiam toda a companhia. O cuidado aqui é para não desperdiçar idéias brilhantes por falta de estrutura e processos disciplinados.

COMO AGIR: Mesmo trabalhando para uma empresa de hábitos saudáveis, não durma no ponto e fique atento a questões de responsabilidade e disciplina, evitando problemas futuros. Explore cada vez mais a capacidade intelectual da sua equipe.


EMPRESA OLIGÁRQUICA

Tudo ocorre sempre muito bem: a implementação de novas idéias, o modelo gerencial funciona com eficiência, a concepção e a execução das estratégias são brilhantes, o treinamento é ótimo. As empresas desse grupo só não lidam bem com imprevistos e apresentam alta rotatividade de pessoal.

COMO AGIR: Invista constantemente em comunicação eficiente, usando a tecnologia a seu favor para reagir mais rapidamente a imprevistos; premie quem se antecipou ao fato novo. Você deve formar líderes que saibam ouvir de verdade a equipe.

EMPRESA RESILIENTE

Esse perfil está destinado ao sucesso. Tem tudo na mão: lucro, talento e respeito. As empresas são flexíveis, progressivas e atraem pessoas que gostam e sabem trabalhar em equipe. Mas, como todos os perfis anteriores, esse tipo também enfrenta problemas. Sua vantagem é saber superá-los rapidamente e aprender com a experiência.

COMO AGIR: Essas organizações são capazes de redesenhar seu DNA. Para quem trabalha numa companhia com esse perfil, o desafio é acompanhar o ritmo na busca constante por níveis de desempenho cada vez mais elevados.


Clique aqui e saiba mais sobre o assunto.

21 conselhos para você melhorar seu processo de tomada de decisão e garantir a evolução da sua carreira

Tomar decisões é o trabalho mais importante de um executivo. Aquele que toma a decisão dequada, no tempo certo, que traz resultados mensuráveis para a empresa é o que ganha visibilidade e, conseqüentemente, assume mais responsabilidades e obtém recompensas financeiras. O inverso é igualmente verdadeiro. Quem toma decisões pouco eficientes não tem méritos, é cobrado, pressionado e, se não tiver capacidade de reverter a situação, pode ser desligado da empresa, afirma Marcelo De Lucca, diretor executivo da Michael Page do Rio de Janeiro, empresa de recrutamento de executivos para média e alta gerência. O aumento da pressão por resultados, a competitividade desenfreada e a imprevisibilidade do cenário mundial são fatores que obrigam o gestor a escolher um curso de ação rapidamente, mesmo sem ter todas as informações à mão. Para auxiliá-los nessa tarefa arriscada de estruturar e tomar uma decisão nesse cenário, reunimos conselhos de especialistas, executivos e headhunters do país e do exterior. Leia e pratique:


1) Questão de tempo
Existe algo mais importante do que tomar a decisão certa. Tomá-la no tempo certo. Essa consideração deve guiar todo o seu processo decisório. Uma boa decisão tardia vale zero, diz Ecléa Hauber, professora de estratégia e teoria das organizações do MBA executivo do Ibmec de São Paulo. O headhunter Luiz Wever, sócio-diretor da Ray & Berndtson, estima que 90% dos quase 60 presidentes de empresa que ele já entrevistou para escrever três livros preferem um profissional que tome decisões relativamente rápidas e acerte 70% das vezes a um que demore demais a decidir e acerte 85%. É preciso tomar decisões cada vez mais rápidas. A pessoa tem de estar técnica e estrategicamente preparada e acreditar naquilo que aprendeu, diz Luiz. Há um alerta, no entanto. Apesar de haver pressão por agilidade, é preciso muito cuidado para não se tornar precipitado. Os dois extremos são ruins, tanto o das pessoas que ficam paralisadas diante de uma decisão complexa quanto o das que tomam decisões impensadas, diz Marcelo Cardoso, presidente do conselho consultivo da DBM Consultoria e vice-presidente de Desenvolvimento Organizacional da Natura.

2) Defina problema e objetivo

Nós tomamos decisões para resolver um problema ou aproveitar uma oportunidade, certo? O primeiro passo, então, para estruturar uma tomada de decisão é definir o problema (ou a oportunidade) e o objetivo que se quer alcançar. A decisão nada mais é do que um caminho para atingir um fim.

3) Reúna alternativas
Para tomar decisões inteligentes, é essencial expandir seu acervo de alternativas. Paul Nutt, autor de Why Decisions Fail (em português, Por que as decisões fracassam), que passou 20 anos estudando mais de 400 decisões tomadas pela alta gerência de empresas, governo e organizações sem fins lucrativos, aponta que uma das principais causas para o fracasso de uma decisão é a pressa para fazer um julgamento. Essa pressa decorre do medo de ser visto como incompetente. Espera-se que as pessoas sejam bem-sucedidas nos negócios, o que se define, com freqüência, em agir de forma rápida, decisiva, diz ele, acreditando que geralmente nós dispomos de muito mais tempo para fazer uma escolha do que reconhecemos. A dica é reunir o maior número de opções que você puder, no limite de tempo que você tem. Quanto mais alternativas tiver, maior a sua confiança de tomar uma boa decisão.

4) Separe o joio do trigo
Para evitar a sobrecarga de informações na hora de tomar uma boa decisão, é preciso identificar o que é relevante e o que pode ser ignorado. Esse processo deve começar por solicitar os dados precisos à pessoa certa. Assim, você poderá obter uma visão mais clara dos riscos e das recompensas em potencial de cada alternativa.

5) Aprenda a interpretar
Como diz Roberto Pina, diretor financeiro da Visa Vale, já que é preciso decidir com agilidade, os executivos devem saber interpretar cada vez melhor as informações que têm (leia mais na reportagem Como ElesDecidem).

6) Defina os papéis
Um passo importante para a eliminação de gargalos na tomada de decisão é estabelecer papéis e responsabilidade claramente. Em linhas gerais, quer dizer definir quem deve reunir dados, fazer recomendações, decidir e promover a execução. Se mais de uma pessoa achar que tem autoridade para tomar uma decisão em particular, isso acabará em queda-de-braço. A situação oposta pode ser igualmente danosa: ninguém é responsável por decisões cruciais e o negócio sofrerá com isso, afirmam Paul Rogers e Marcia Blenko, sócios da Bain & Company, com escritório em São Paulo.

7) Ouça os stakeholders
Saiba o que as pessoas que têm interesse no resultado da decisão ou que serão afetadas por ela pensam. Lembre-se de que você precisará do apoio dos envolvidos para implementar o que for decidido. Esses stakeholders podem ser componentes das equipes da gerência de nível mais alto, líderes dos principais departamentos e especialistas técnicos. Também valem pessoas com experiências relevantes, membros de sindicatos, fornecedores, clientes e competidores.

8) Envolva as pessoas
Por mais que você seja o responsável pela decisão, tente, sempre que possível, envolver esse processo as pessoas que serão afetadas pelo que for decidido. Grande parte da execução dessa escolha dependerá delas.

9) Avalie o que está em jogo
É importante saber qual é a sua tolerância a riscos sem cair na armadilha de não arriscar nada. Luiz Wever, da Ray & Berndtson, lembra que alguns executivos alcançaram boas posições por tomarem decisões rápidas e criativas, e simplesmente deixaram de arriscar por medo de perder o que já conquistaram. Eles passam a temer a demissão e é exatamente por isso que eles são desligados, diz Luiz Wever.

10) Use números (com moderação)
Muitas decisões dependem de análise matemática. No entanto, lidar com dados pode não ser tão simples quanto parece. Um número não necessariamente diz a verdade. Você pode torturá-lo até que ele confesse o que você quer, alerta Vicente Ferreira, professor do Coppead, o instituto de pós-graduação e pesquisa em administração da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

11) Apóie-se na tecnologia
Softwares de business intelligence, usados para coletar, analisar e disseminar dados, e outros sistemas de apoio à tomada de decisão podem ser bons aliados para aperfeiçoar sua tomada de decisão (leia mais na reportagem Ajuda Tecnológica sobre sistemas de apoio à tomada de decisão).

12) Use (também) a intuição
Há 40 anos, Herbert Simon, economista americano que levou o Prêmio Nobel de Ciências Econômicas, demonstrou que um julgamento puramente racional fica limitado por informações insuficientes sobre a definição do problema e dos critérios relevantes, restrições de tempo e custo e também restrições mentais e perceptivas que inibem a habilidade dos que tomam decisões para determinar a melhor escolha. Tirar a emoção do processo decisório é uma grande armadilha, diz Ricardo Augusto Alves de Carvalho, professor da Fundação Dom Cabral, de Belo Horizonte. Se nem os dados nem a intuição devem ser descartados, é preciso encontrar um modelo misto de sistema de informação e intuição. Reconhecer os fatores subjetivos e objetivos e combinar pensamentos analítico e intuitivo é o caminho.

13) Por que não?
Muitas histórias de sucesso corporativo como a descoberta que as garrafas de ketchup seriam mais funcionais se descansassem sobre o bocal surgem quando questionamos as suposições comuns sobre o funcionamento das coisas com um simples Por que não? A afirmação é de Barry Nalebuff e Ian Ayres, da Yale University, autores de Você Pode Tudo?, da Campus/Elsevier. Essa pergunta pode ser o primeiro passo para localizar informações úteis que estão fora dos limites de sua consciência (leia mais no quadro Como Ampliar os Limites da Sua Consciência).

14) Analise decisões passadas
Estudar decisões malsucedidas pode ajudar a evitar erros semelhantes. Ao analisar decisões de outros profissionais, focalize seus esforços no que deu errado. Ao estudar suas próprias decisões, tanto as que deram resultado quanto as que fracassaram, pergunte-se por que não colheu mais alternativas e até que ponto a escolha foi sensata. Um executivo tem de ser principalmente orientado em função dos muitos acertos que ele faz, afirma Olga Colpo, sócia da PricewaterhouseCoopers. É o que faz Elisa-

15) Evite os desvios cognitivos
Mesmo os gestores mais experientes podem cair nas garras de alguns des- vios cognitivos na hora de processar informações. Existe uma infinidade deles, como desprezar prováveis conseqüências negativas de uma decisão, conferir maior peso à primeira informação coletada ou confiar demais em eventos passados e na infalibilidade do próprio julgamento (leia mais no quadro Como Ampliar os Limites da Sua Consciência).

16) Conheça cultura e objetivos da empresa
O que é a melhor decisão para uma empresa pode ser um verdadeiro fracasso para outra. O desempenho de alguém como tomador de decisão não depende apenas de sua inteligência, depende também do grau de ajustamento entre a cultura da organização na qual se toma a decisão, afirma Luiz Flavio Autran Monteiro Gomes, autor de Teoria da Decisão, da Editora Thomson, e professor do Ibmec do Rio de Janeiro. Pense nos objetivos da sua empresa no longo prazo e nos impactos que as decisões de hoje terão sobre o futuro.

17) Não caia no erro da arrogância
Esse pode ser o maior inimigo de uma boa decisão. As certezas absolutas são perigosas. Por mais que você esteja convencido da sua escolha, coloque suas verdades à prova, deixe que elas sejam questionadas por pessoas que tenham o distanciamento necessário para enxergar possíveis falhas.

18) Convença o cético
Se você for capaz de expor uma história convincente, apresentando a base da decisão a um colega cético, explicando o que é, por que chegou até ali, quais alternativas você tinha e por que rejeitou as demais, há uma grande chance de que você tenha refletido o suficiente sobre a sua decisão. O exercício de verbalizar seu pensamento pode ajudar a identificar possíveis falhas. O mesmo vale para um trabalho de aconselhamento profissional. Stella Angerami, sócia-diretora da Counselling by Angerami, afirma que a tarefa de desconstruir a decisão de um executivo para construí-la novamente é usual em seu escritório. Eu represento o lado que questiona, diz Stella.

19) Tenha um plano B
Decisão é uma escolha que fazemos sobre o futuro. Não importa o modelo de previsão que usemos ou o quanto temos de informação ou opinião de especialistas, o futuro será diferente do que imaginamos. Sempre há chance de errar, afirma Vicente Ferreira, do Coppead. Se não há como evitar completamente o risco, é fundamental estar preparado para minimizar as conseqüências de um possível engano. Para isso, tenha sempre um plano B bem estruturado. O executivo que tem um plano só deveria ter um plano de demissão, diz o professor.

20) Antes de bater o martelo...
Faça essas perguntas a si mesmo:
a) Qual é o problema? O que, em termos gerais, devo decidir?
b) Quais são os objetivos fundamentais?
c) Quais são minhas alternativas?
d) Quais são as conseqüências de cada alternativa em termos de obtenção de cada um dos meus objetivos?
e) Quais negociações preciso fazer entre meus objetivos mais importantes?
f) Algumas incertezas implicam problemas sérios? Qual será o impacto delas sobre as conseqüências?
g) Que margem de risco estou disposto a correr? Até que ponto são boas ou más as várias conseqüências possíveis? Quais os caminhos para reduzir meus riscos?
h) Fiz um planejamento prévio, com projetos para o futuro?
i) A decisão está bem definida ou óbvia no momento? Ela poderia ser melhorada se eu pudesse empregar mais tempo e esforço? O que deve ser melhorado? Se a decisão ainda não está clara, quais são os itens mais críticos? Que fatos e opiniões facilitariam meu trabalho?

21) E lembre-se...
dos sete princípios de uma empresa orientada para decisões
a) Algumas decisões têm mais peso do que outras. As cruciais para agregar valor ao negócio são as que mais importam.
b) A meta é a ação. A boa tomada de decisão não acaba com uma decisão, mas com sua implementação.
c) A ambigüidade é o inimigo. A clara atribuição de responsabilidades é essencial.
d) Velocidade e adaptabilidade são cruciais. Os melhores tomadores de decisão criam um ambiente em que as pessoas podem se reunir rápida e eficazmente para tomar as decisões mais importantes.
e) Papéis de decisão prevalecem sobre o organograma da organização. Nenhuma estrutura de tomada de decisões será perfeita para toda decisão. O segredo é envolver as pessoas certas no nível certo dos setores certos no momento adequado.
f) Uma organização bem alinhada reforça os papéis. É preciso reforçar a abordagem correta para a tomada de decisões com medidas, atitudes e incentivos, fluxos de informação e cultura, ou esse comportamento não fará parte da rotina da equipe.
g) Praticar supera a pregação. Envolva em seu projeto as pessoas que conviverão com os novos papéis de decisão.


21/03/08

Dicas para escolha de um Sistema de Gestão Via Web (Web-based).

Adquirir um sistema de gestão é adquirir um serviço, não um software. E por isso devem ser adquiridos seguindo os conceitos de SaaS (Software as a Service).

Escolher um serviço via web para o seu negócio (ou projeto) é antes de tudo uma importante opção estratégica para a empresa. E como tantas opções, a tarefa de escolha pode se tornar mais difícil do que parece.

Alguns pontos que devem ser considerados durante o processo de escolha do melhor sistema de gestão via web, são eles:

Necessidades Específicas

Todo negócio (ou projeto) possui necessidades específicas. Todo sistema de gestão via web é construído para um determinado tipo de negócio e normalmente há a possibilidade de adequação ao modelo de negócio que a empresa necessita ou do projeto que está sendo implementado. É importante fazer um levantamento das reais necessidades antes de escolher um sistema de gestão via web.

Crescimento

Todo negócio precisa crescer. Avalie como as opções de serviços de gestão via web podem auxiliar no crescimento da sua empresa e se possuem condições de acompanhar esse crescimento. É natural que empresas que fornecem serviços de gestão via web incrementem seus produtos conforme o crescimento dos seus clientes. Procure identificar se o plano de crescimento da empresa fornecedora está na mesma trajetória do crescimento planejado para a sua empresa.

Também é possível que sua empresa decida mudar de estratégia. Sendo assim é importante verificar se há a possibilidade de reter os dados já inseridos no sistema para posterior utilização.

Serviço ao Cliente

Existem diversas opções disponíveis e isso pode dificultar a diferenciação entre os serviços oferecidos. Sendo assim, um bom critério para diferenciar é a qualidade do suporte ao cliente. Procure identificar a capacidade da área suporte de compreender e solucionar problemas e pedidos. O suporte ao cliente deve ser um foco de qualidade para o fornecedor e isso deve ser demonstrado durante a apresentação do serviço.

21/02/08

Segundo Jim Lecinski, Diretor do Google, a receita para o sucesso da empresa se baseia em 9 pontos.

Segundo Jim Lecinski, Diretor do Google, a receita para o sucesso da empresa se baseia em 9 pontos que podem ser adotados em qualquer empresa, site ou blog:



1 - Inovação, não perfeição instantânea: Lançar idéias rápida e frequentemente é mais importante do que ficar tentando atingir o produto/serviço perfeito para depois lançá-lo. O feedback dos consumidores irá aprimorar melhor a idéia e a resposta deles irá indicar os projetos mais promissores.

2 - Compartilhe tudo que você puder: Pequenos times que se comunicam abertamente tem trazido grandes resultados para o Google. Eles acreditam em transparência no ambiente de trabalho e de forma que todos saibam em que todos estão trabalhando. Eles tem um programa de computador onde podem procurar um nome e ver em que projeto esta pessoa está trabalhando e acompanhar o andamento do trabalho. Se eles tiverem alguma idéia podem contribuir.

3 - Se você é brilhante nós estamos contratando: Há sempre vagas para os mais brilhantes no Google. eles preferem os generalistas, que podem contribuir de diferentes formas em diferentes projetos do que os especialistas.

4 - Deixe seus funcionários perseguirem seus sonhos: O Google trabalho no modelo 70/20/10. O desenvolvimento dos programas atuais e de novas funcionalidades ocupa 70% do tempo. Novos projetos da empresa ocupam 20% do tempo e os outros 10% são usados pelos colaboradores em seus projetos pessoais. Assim surgiu o Orkut e o Google Earth.

5 - Idéias vem de toda parte: Algumas vezes o Google vai buscar suas idéias fora de casa. O Google Mastheads surgiu da contribuição de não-empregados, um deles uma garota de 13 anos.

6 - Dados e não opiniões: Tome suas decisões com base em fatos e não em opiniões. Com tantas idéias no ar, procure basear suas decisões em informações e não em suposições.

7 - Criatividade adora restrições: "Deixe as pessoas explorarem, mas estabeleça limites claros para estas explorações". Caldeirões de idéias tendem a explodir se ninguém controla a temperatura.

8 - Procure usuários e ofereça usabilidade - o dinheiro vai atrás: Em outras palavras, faça o que os clientes querem e precisam, e não o que eventualmente venda mais e melhor. Assim você manterá a liderança inovadora.

9 - Não mate idéias, modifique-as: O Google não joga idéias fora. As modifica e transforma em algo útil para a empresa.

20/01/08

As 20 Técnicas de Motivação.

1- Dar aos empregados as informações necessárias para a realização de um bom trabalho;

2- Dar feedback regular aos funcionários;

3- Solicitar idéias aos empregados e envolvê-los em decisões sobre suas funções;

4- Criar canais de comunicação fáceis de usar;

5- Aprender com os próprios funcionários sobre aquilo que os motiva;

6- Aprender quais as atividades desenvolvidas pelos empregados quando dispõem de algum
tempo livre;

7- Cumprimentar pessoalmente o funcionário por um trabalho bem-feito;

8- Reconhecer o poder de sua presença física, em sua posição de gerente;

9- Enviar uma mensagem escrita ao empregado,elogiando seu desempenho;

10- Reconhecer publicamente um trabalho bem-feito;

11- Promover reuniões destinadas a comemorar o sucesso do grupo;

12- Dar ao empregado uma tarefa interessante para executar;

13- Vedirificar se o empregado dispõe das ferramentas para a realizar o melhor trabalho;

14- Reconhecer as necessidades pessoais dos funcionários;

15- Usar o desempenho como base para a promoção;

16- Adotar uma politica abrangente de promoção dos funcionários;

17- Enfatizar o compromisso da empresa com a manutenção do emprego a longo prazo;

18- Estimular o sentido de cominidade;

19- Remunerar as pessoas de forma competitiva, em função do que elas valem;

20- Dar aos funcionários uma razão financeira para serem excelentes. Isso pode incluir participação nos lucros;

21- Saber repreender na medida certa sem expor aos demais.

Créditos: IsegNet

31 Descobertas Sobre Liderança

Estudo Leadership Forecast 2005-2006, realizado pela firma de consultoria Development Dimensions International (DDI), buscou analisar como são percebidas em todo o mundo as forças e capacidades dos líderes, o que significa ser líder, que práticas de desenvolvimento são mais utilizadas, quais as diferentes percepções sobre liderança e qual a relação entre liderança e desempenho organizacional.
Clique aqui e leia o resultado da pesquisa.
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